Posted on junho 2nd, 2008 at 12:41 AM by Paulo

Se você finalmente decidiu equipar o seu computador com um gravador de DVD, saiba que a próxima tarefa é entender a sopa de letrinhas que representam os formatos de mídias graváveis disponíveis nas lojas – muito similar aos dos CDs. Um simples sinal de “+” ou de “-” pode significar que o gravador ou o aparelho de DVD que você tem não é compatível com os discos comprados.
Isso ocorre porque o grupo de empresas que forma o DVD Fórum segue o padrão DVD-R(W). Já uma entidade chamada DVD+RW Alliance segue o padrão sugerido por seu nome. A maioria dos novos gravadores e reprodutores de DVDs facilitam a vida do usuário ao oferecer compatibilida com os formatos mais comuns. De qualquer maneira, convém dar uma olhada nas características dos tipos de mídias abaixo:

DVD-R e DVD+R

São praticamente o mesmo tipo de mídia. Tanto o DVD-R como o DVD+R podem ser gravados somente uma vez, e têm capacidade para armazenar 4,7 Gb. A diferença é que o DVD+R é lido mais rapidamente. A vantagem é imperceptível na hora de assistir um filme, por exemplo, mas aparece na hora de gravar ou copiar discos de dados inteiros.

O que pode complicar a vida do usuário é que um DVD-R só pode ser gravado com um gravador DVD-R. E um DVD+R, apenas com um gravador DVD+R. Então, se o seu modelo é mais velho, é necessário conferir com qual mídia ele é compatível antes de ir às compras. Os gravadores lançados mais recentemente são compatíveis com DVD-R e DVD+R. Ou seja, são DVD±R.

DVD-RW e DVD+RW

São os DVDs que podem ser gravados mais de uma vez. Isso não significa que o usuário pode ir adicionando arquivos aos poucos. Depois que a mídia é gravada, ela deve ser formatada antes de receber a nova leva de dados. Ou seja, as informações anteriores serão perdidas. Os aparelhos de DVD mais antigos podem não reconhecer este tipo de mídia.

A diferença entre DVD-RW e DVD+RW é a mesma, ou seja, uma maior rapidez do segundo formato na gravação e na transferência de grandes volumes de dados – claro que a velocidade do gravador/reprodutor de DVD também influencia. Então, leve em conta somente a compatibilidade dos seus aparelhos. Os mais modernos reconhecem o “padrão” DVD±RW.

DVD-RAM

O DVD-RAM é bastante similar ao DVD-RW, principalmente no que se refere à possibilidade de ser gravado mais de uma vez. Uma das diferenças é justamente o número de vezes: aproximadamente 100 mil, contra cerca de mil do DVD-RW. O DVD-RAM também está disponível em quatro capacidades: 2,6 GB, 4,7 GB, 5,2 GB e 9,4 GB.

Destinado a um segmento mais profissional, esta mídia não é compatível com unidades de DVD-ROM e com aparelhos de DVD. Ou seja, você pode utilizá-lo somente com gravadores e reprodutores próprios para o DVD-RAM. Como se não bastasse, um dos tipos vem protegido em uma espécie de caixa, e não pode ser removido.

DVD+RDL

Para complicar ainda mais a sopa de letrinhas, o formato DVD+RDL deve ganhar popularidade nos próximos anos – ou meses. O motivo é justamente a sua capacidade: 9,4 GB a 17 GB. Isso porque os dados são gravados em dupla camada (Dual Layer). Gravadores e reprodutores de DVD+RDL são caros e difíceis de serem encontrados, mas isso deve mudar com o tempo.

Posted on junho 2nd, 2008 at 12:39 AM by Paulo

Esqueça a biblioteca de Alexandria. A Internet é, sem dúvida, a maior fonte de informações da história. Entretanto, encontrar informação útil nesta caótica e quase infinita estrutura pode ser bastante complicado. Confira dez dicas para não perder tempo e otimizar suas buscas na rede.

1- Tenha claro o que procura
Estar focado no que se busca é básico para que não se perca tempo. Mas se existe algo que inclina à divagação e à dispersão é a busca na Internet. Quando estamos procurando, às vezes encontramos coisas que não eram exatamente nosso objetivo, mas que se tornam interessantes. Então, vamos olhar, e acabamos perdendo o caminho. Portanto, ao iniciar uma busca, tenha um objetivo bem definido em mente. Por exemplo, saber “qual o nome dos sete anões da Branca de Neve em espanhol” – e evite perder tempo averiguando quem dubla cada um dos personagens, o ano do filme da Disney, quantas vezes foi exibido, e assim por diante.

2- Escolha a ferramenta adequada
“Ora, o Google”, dirão alguns. Mas ainda que este seja o buscador mais popular, a informação flui por diferentes caminhos. Não se restrinja ao site campeão: outros meios podem ser fóruns, blogs, sites especializados ou até mesmo seus contatos no messenger. Às vezes, o que se procura está a um contato de distância. Preste atenção também a outros mecanismos de buscas – sim, eles existem.

3- Aprenda a usar a ferramenta
Ao escolher um buscador, antes de mais nada vale a pensa investir um pouco de tempo para saber exatamente como ele funciona. Se é melhor realizar a busca usando os termos entre aspas, se usa os operadores lógicos “and”, “or” e outros, ou se realiza buscas contextuais em páginas concretas. Todo o tempo gasto em conhecer a ferramenta é tempo que será economizado ao conseguir utilizá-la com objetividade.

4- Seja claro e objetivo
Ainda que os mecanismos de buscas vão sendo otimizados para entender a maneira de pensar humana, os humanos também podem conhecer a maneira de raciocinar de uma ferramenta de busca. Por exemplo, para fazer uma busca de várias palavras, é conveniente pensar não apenas em como se procura mas também em como o programa que gerencia as buscas vai entender o pedido que se faz. Por exemplo, em vez de procurar por “amor e poesia”, frase que tem um “e” que muitas vezes é ignorado pelos buscadores, é melhor buscar “poesia amor” – mais facilmente o programa entenderá que são duas palavras-chave a considerar em seus parâmetros de busca.

5 – Aprenda a diferenciar à primeira vista
Ao fazer uma busca, é bom conseguir determinar de cara se os resultados têm algo a ver o que se quer encontrar. Basta olhar as primeiras palavras de cada resultado para saber se foi encontrada informação útil ou simplesmente sites que pouco têm a ver com o que se precisa encontrar. Perca alguns segundos analisando as primeiras linhas dos resultados. Você saberá se está na pista certa.

6- Use inglês, dicionários e tradutores
Outras línguas, como espanhol ou português, podem até estar ganhando mais espaço na Internet, mas a realidade é que a imensa maioria das páginas está – ou oferece versão – em inglês. Portanto, se você não encontra em português o que procura, experimente traduzir as palavras-chave para o inglês e fazer nova busca. Se precisar, utilize dicionários ou mesmo os tradutores online para investigar páginas que pareçam interessantes.

7- Aprenda a buscar indiretamente
A busca indireta dá resultados ótimos quando parece ser impossível encontrar aquilo que se busca. Trata-se de não atacar diretamente o tema que procuramos, mas buscar algo relacionado com ele. Por exemplo, procurar a letra de uma canção de Elvis Presley da qual não se lembra o nome. Se não se encontra nada a partir de “Elvis Presley”, pode-se experimentar usar um pedaço da letra do qual se recorde (como “kiss me my darling”). Entre os primeros resultados, certamente estará a letra de “It’s now or never”. Isso é aplicável a uma grande variedade de temas, e é especialmente útil quando o tema principal da busca é muito amplo ou quando, por exemplo, buscamos o nome de uma pessoa, já que pode haver muito mais gente com tal nome do que se imagina.

8- Imagens
A busca de imagens é especialmente complicada, e para conseguir os melhores resultados, além de usar dicas anteriores (busca indireta, tradução para outras línguas), não use apenas a busca de imagens do Google, por exemplo. Procure também por sites que possam conter as imagens que você quer, e aproveite outros buscadores – inclusive específicos para imagens.

9- A Wikipedia é amiga
Se a procura é por um termo popular, é quase certo que já exista na wikipedia. A enciclopédia global online colaborativa tem informação de qualidade. Não se perde muito tempo em consultá-la, mas pode-se economizar tempo ao encontrar lá o que se procura e, muitas vezes, outras referências sobre o assunto permitem que se tenha mais fontes de informação.

10- Experiência é a princial aliada
Na busca via Internet a experiência não é um grau, são 360. À medida que fizer buscas, você aprenderá a discriminar melhor, vai adicionar aos seus sites favoritos outros buscadores especializados, que funcionem melhor para determinados assuntos, e aprenderá também a pensar mais como uma ferramenta de busca, porque as entenderá melhor. Ou seja: busque e aprenda com as buscas que faz. Em pouco tempo você se tornará uma ferramenta indispensável para outras pessoas que não vão precisar de um buscador: elas terão você.

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